Tempo do Advento

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Atitude de espera

O mundo precisa de Deus. A humanidade está desencantada e desamparada. As aspirações modernas de paz e de felicidade, de unidade, de comunidade, é terreno preparado para a boa nova. O Advento ajuda-nos a compreender melhor o coração do homem e sua tendência insaciável de felicidade.

A volta a Deus

A experiência de frustração, de contingência, de ambigüidade, de cativeiro, de perda da liberdade exterior e interior dos homens de hoje, pode suscitar a sede de Deus, e a necessidade de “subir a Jerusalém” como lugar da morada de Deus, segundo os salmos deste tempo. A infidelidade a Deus destrói o povo. Sua fidelidade faz sua verdadeira história e identidade. O Advento ajuda-nos a conhecer melhor a Deus e seu amor ao mundo. Dá-nos conhecimento interno de Cristo, que sendo rico por nós se faz pobre.

ADVENTO 2

A conversão

Com Cristo, o reino está perto e dentro de nós. A voz do Batista é o clamor do Advento: “Preparai no deserto o caminho do Senhor; endireitai no ermo uma estrada para o nosso Deus. Todo vale será levantado, e será abatido todo monte e todo outeiro; e o terreno acidentado será nivelado, e o que é escabroso, aplanado. A glória do Senhor se revelará…” (Is 40,3-5). O Advento ensina-nos a fazer-nos presentes na história da salvação, a entender o amor como única saída de nós mesmos e a solidariedade plena com os que sofrem.

Jesus é o Messias

Será o libertador do homem por inteiro. Lutará contra todo o mau e vencê-lo-á não pela violência, mais pelo caminho do amor. A salvação passa pelo encontro pessoal com Cristo.

Felicidade e alegria

O reino de Cristo não é somente algo social e externo, mais interior e profundo. A vinda do Messias constitui o anúncio da grande felicidade para o povo, de uma alegria que comove até os céus quando o pecador se arrepende. O Advento ensina-nos a conhecer que Cristo, e sua páscoa, é a festa segura e definitiva da nova humanidade.

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